Olá,
lembram do site que entramos e conversamos com Iraquiano na sala de aula??? enton recebi essa matéria achei interessante...
bjusssss
COMPORTAMENTO
Converse com um estranho
Criado por americano de 18 anos, site coloca desconhecidos em contato. e, acreditem, faz o maior sucesso
| Reprodução da internet |
| Bate-papo liga, aleatoriamente, duas pessoas que não se conhecem |
Sem cadastro, sem identificação, sem divulgação de dados pessoais, sem nomes ou apelidos. Assim que clicar em “start a chat” (em inglês, iniciar conversa), a pessoa é imediata e aleatoriamente conectada a outro usuário de qualquer parte do mundo. Por isso, é bom saber falar em inglês. Ou ter a sorte de encontrar outro brasileiro, português, angolano...
O interlocutor saberá somente aquilo que você disser a seu respeito. Além disso, se não estiver gostando da conversa, o chat pode ser interrompido a qualquer momento. Basta clicar em “disconnect” (desconectar) e partir para outra.
Criado em março pelo americano Leif K-Brooks, de 18 anos, o Omegle já conta com milhares de usuários, chegando a atingir picos de mais de 4,5 mil estranhos online. As conversas variam entre malucas e hilárias, podendo também causar a fúria de um dos lados se o interlocutor for um troll — pessoa que tem como único objetivo desestabilizar a comunicação e rebaixar quem recebe as mensagens.
No blog oficial do Omegle (www.omegler.
Em resposta, centenas de pessoas comentam, criticam e dão sugestões ao criador do Omegle. Alguns usuários não querem o fim dos trolls, alegando que o fato mais divertido de conversar com estranhos é justamente levá-los à fúria. Há ainda quem acuse Brooks de plagiar a idéia do A Nice Chat (www.anicechat.
Às vezes, ocorre de o estranho ser bom de papo e a conexão de um dos usuários cair antes que haja tempo suficiente para trocar mais informações, como MSN, e-mail ou perfis de comunidades mundiais. Com isso, usuários utilizam o blog oficial do Omegle para enviar recados a interlocutores que se desconectaram involuntariamente por alguma falha da internet.
No entanto, só utiliza esta artimanha quem ainda não conhece um outro blog, o Find Your Omegle Stranger (www.omegleconnect.
Depois de acessar o site, é preciso preencher um pequeno formulário com seu nome, e-mail e detalhes da conversa tida com o estranho. No entanto, o blog adverte que ao procurar outra pessoa, você permitirá que ela saiba o seu e-mail, já que o objetivo do blog é justamente reconectar usuários do Omegle.
Repercussão no Brasil
O Omegle surgiu para os brasileiros em notas em comunidades do Orkut e blogs, onde as pessoas comentam sobre suas experiências ao utilizar o site, além de publicarem conversas que mantiveram com estranhos. Já existe um blog exclusivo para a publicação de diálogos com estranhos. Usuários do chat enviam trechos conversas ao Omegle Chats (www.omeglechats.
No Orkut, os usuários alegam que utilizam o site para diversão, treinar o inglês e conhecer pessoas de outros países. O estudante Diogo do Ybiti Lopes Silveira, de 24 anos, conta que usa o chat há três semanas para treinar a escrita do inglês. Ele afirma que, além de aprender outra língua, o chat permite aprender sobre outras culturas, mesmo com os trolls. “Apesar de você se deparar com muitas pessoas que estão lá simplesmente para aproveitar o fato de o chat ser anônimo e falar um monte de besteira, eu venho conhecendo pessoas do mundo todo. Isso é ótimo, porque assim eu tenho contato com culturas e cabeças diferentes”, alega.
Quem são os trolls?
Não há como negar que a internet é uma fantástica invenção que permite às pessoas se comunicarem em tempo real no mundo inteiro. No entanto, essa conexão pode ter dois tipos de efeito, já que entre as pessoas conectadas estão tanto as que respeitam as normas de boa educação como aquelas que estão ali apenas para desestabilizar a comunicação e enfurecer outros usuários. São os chamados trolls.
Em inglês, “to troll” é uma técnica de pescaria em que se puxa uma linha de pesca, de um barco em movimento, esperando que um peixe morda a isca.
O comportamento do troll pode ser encarado como um teste de ruptura da etiqueta. Diante de provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais, baixando o nível da conversa.
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